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Novembro 2016

Philipe V: Mais que uma marca, uma atitude!

Philippe Vergez, designer de profissão e inconformado de alma, apresentou o seu novíssimo projeto eyewear, sonhado ainda enquanto criador dos acessórios da Evita Peroni, e trazido à luz agora. Philippe V promete excentricidade e detalhes encantadores em cada peça, no feminino e no masculino, com curvas desenhadas em segredo, perfeitas e adaptáveis a todos os rostos de forma confortável e glamorosa.

Como nasce esta Philippe V?

Philippe Vergez: Já nos tempos em que desenvolvia a marca Jee Vice conjecturava criar uma linha masculina, mas tive que me focar nos problemas com os meus investidores e essa ideia ficou no meu arquivo pessoal. Fui sonhando, até que há três anos reencontrei um amigo, o reputado publicitário Thierry Halbroth, que acabaria por tornar-se o terceiro elemento desta equipa. Crescemos juntos, na mesma cidade, perto de Biarritz, e na altura em que estava a mudar-me para Hong Kong ele vivia lá .Trabalhámos juntos e depois, já no ano passado, decidimos lançar a Philippe V. Depois, ao grupo juntou-se o Jean. D Lahirle que conhece o Thierry há 20 anos e está na indústria da moda há muitos anos.

A experiência que o Philippe traz da Jee Vice é vantajosa?

PV: Com a Jee Vice ganhei uma reputação sólida nos EUA e, por isso, a receptividade à introdução da Philippe V foi incrível, principalmente por estarem perante um produto de caraterísticas muito especiais. É feito na China e, embora ainda seja difícil de aceitar para muitos, pode fazer-se um trabalho melhor ali que na Europa, em alguns aspetos. E, na realidade, 99 por cento das marcas de topo são feitas lá e até algumas marcas japonesas apostadas no titânio.

Como se sentiu ao regressar ao rebuliço do mercado eyewear?

PV: No início foi um pouco desconfortável observar o trabalho das grandes empresas, o marketing e fabrico de massa, a produção de pouca qualidade, as lentes más...Acredito que estas são estratégias que, a longo prazo, se transformam numa espécie de “tiro no próprio pé”. Mas por outro lado, existe um lugar para nós, para quem trabalha qualidade e isto é positivo. Para o consumidor ainda é um campo dúbio, pois têm em mente que algumas marcas conhecidas são sinónimo de qualidade mas não é verdade. Acabam por não compreender porque outras insígnias menos conhecidas são mais caras.

Entrevista completa na LookVision Portugal 50.


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